Rolim de Moura - RO, 15 de Maio de 2026

“Não queria matar, foi sem querer”, diz marido que matou esposa de 64 anos e tentou simular acidente

Fonte: planeta folha - Em POLÍCIA - 14/06/2019 21:45:38

“Não queria matar, foi sem querer”, diz marido que matou esposa de 64 anos e tentou simular acidente

 

O crime envolvendo a senhora Maria Aparecida L. dos Santos, de 64 anos que foi encontrada morta no dia 08 deste mês, em uma residência, localizada na Rua Esperantina, no Bairro Olímpico, em Rolim de Moura, ganha mais um capítulo, ou seja, de possível morte por acidente, na verdade se transforma em assassinato. O esposo da mesma confessou o ato delituoso. Clique aqui e relembre o caso.

 

De acordo com o Delegado Regional, Alexandre Baccarini, o suspeito disse em depoimento, que estava na rua, e ao chegar na residência sob efeito de álcool, se deparou com a esposa lavando roupas e por motivos não informados iniciou uma discussão com a mesa, neste momento pegou um pedaço de madeira e bateu na cabeça de sua esposa, onde ela acabou caindo.

 

Ainda segundo o delegado, João disse que bateu na cabeça dela “sem querer, brincando”, e a mulher acabou caindo no chão, e ainda achando que ela (esposa) estava brincando com ele, acabou deixando a mesma caída no chão, em seguida João, almoçou, deitou e dormiu, já no período do início da noite, chegou uma pessoa na residência onde ele acabou acordando, e ao dar falta da esposa, foram (ele e esta pessoa) ver e ela ainda estava caída. 

 

João alega a todo momento que a esposa estava com uma tal queimadura na mão em que ela morreu.

 

A lesão apresentada na cabeça de Maria estava localizada na região de cima da cabeça, o chamo “Coco da Cabeça”. Tal fato foi descoberto pela perícia e o médico legista, diz o delegado.

 

Baccarini explicou, que mesmo João confessando o ato e contando os detalhes, que acaba se originando em crime, ele não pode ser preso devido a confissão do mesmo ter sido fora do prazo de flagrante.

 

O que resta agora para a polícia civil, é o termino do Inquérito Policial, onde o MP deverá apresentar a denúncia ao TJ para que o caso seja julgado e o suspeito seja condenado, caso haja condenação pelo crime. No momento, o suspeito João se encontra em liberdade.

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