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Publicado em 17/06/2026 08:31 hrs
Fonte: Eu ideal - Em GERAL - 12/06/2026 19:18:00
O número de ações judiciais contra uma empresa de Comércio e Representação de Energia Solar continua a crescer. Com a inclusão de dois novos processos em Cacoal e Rolim de Moura, somam-se agora pelo menos dez ações judiciais, além de boletins de ocorrência, movidas por consumidores que se sentem lesados pela companhia.
Os relatos nos processos públicos tem um padrão de queixas. As alegações vão desde o inadimplemento absoluto, com a não instalação dos equipamentos mesmo após o pagamento integral, que em um dos casos ultrapassa um ano de atraso, até a entrega de sistemas com vício de qualidade que, segundo os clientes, geram uma quantidade de energia muito inferior à contratada.
Um dos processos mais recentes movido em Rolim de Moura, descreve a situação de um consumidor que, após pagar R$ 38.000,00 por um sistema, constatou que a geração de energia era insuficiente. Ele alega que a empresa teria tentado cobrar um valor adicional para realizar os ajustes necessários. Em outra ação, em Cacoal, uma cliente afirma ter pago R$ 40.000,00 a vista e, mais de um ano depois, ainda aguarda a instalação do equipamento.
Esses casos se somam a um crescente volume de reclamações diversas comarcas do estado. Os documentos judiciais mostram que antes de buscarem a Justiça, muitos clientes tentaram resolver de forma direta.
As ações buscam reparações como a rescisão dos contratos, a devolução dos valores pagos e indenizações por danos morais e materiais.
Conforme narrado pelos consumidores nos autos, as tentativas de contato com os representantes da empresa frequentemente resultaram em justificativas evasivas ou em novas promessas de cronogramas que não teriam sido cumpridas.
Publicado em 17/06/2026 08:31 hrs
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