Rolim de Moura - RO, 02 de Fevereiro de 2026

Rolim de Moura – Caso Bruno Brito:Réu é condenado a seis anos e três meses de prisão no regime semi-aberto

Fonte: Rolnews.com.br - Em POLÍCIA - 12/11/2013 21:40:03

Rolim de Moura – Caso Bruno Brito:Réu é condenado a seis anos e três meses de prisão no regime semi-aberto
O Tribunal do Júri da comarca de Rolim de Moura condenou por homicídio doloso e lesão corporal, a 6 anos e 3 meses de prisão em regime semi-aberto, o motorista WladimirLuzMartineli, que conduzia o veículo Golf que se envolveu no acidente de trânsito em 2010 e ceifou a vida de Bruno Brito, 17 anos, que ocupava a garupa da moto de um amigo, quando foi atingido pelo carro. 
 
O réu que já recorreu da sentença permanecerá em liberdade até o processo ser transitado e julgado. Ao todo foram oito horas de julgamento, tendo inicio ás 08:00h da manhã onde seguiu até as 17:00h da tarde.
 
Entenda o caso
 
No dia do acidente, Bruno ia de carona para casa, na moto conduzida por seu amigo Evandro de Almeida. Por volta das 19h, o veículo deles foi interceptado por trás pelo VW Golf, placa NBU 6996, conduzido por Wladimir, na altura do km 2,5, na saída para Pimenta Bueno. Com a força do impacto, uma vez que não houve frenagem, as vítimas foram arremessadas a mais de 50 metros daquele local.
 
A motocicleta ficou parcialmente destruída e acabou encaixada ao carro de “Polaco”. Bruno teve morte instantânea, com múltiplas fraturas pelo corpo. Segundo relato de testemunhas, ele morava próximo ao local da colisão. Seu avô, que estava em casa naquele momento, ouviu o barulho da batida e correu para ver, encontrando o neto já sem vida.
 
Família pede justiça
 
O pai do adolescente, o professor municipal Sérgio Brito, desde a morte do filho diz viver em função da busca por Justiça para o caso. Segundo ele, a condenação de
 
Wlademir não trará Bruno à vida, mas servirá de exemplo para quem insiste em beber e dirigir. Sem resposta
 
Esta reportagem tentou contato com Wlademir Luiz Martinelli, mas conseguiu apenas contato com sua filha. Ela disse que ele estava fora do estado e ficou com nossos contatos para uma possível conversa sobre o julgamento. “Polaco” ganhou o direito de responder o crime em liberdade por não ter antecedentes criminais, por ter residência fixa e por colaborar com as investigações.
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