Morador de Alta Floresta do Oeste, que fugiu de Presídio, morreu em confronto...
Publicado em 12/05/2026 08:28 hrs
Fonte: rolnews - Em POLÍCIA - 28/02/2026 09:37:00
Em uma demonstração de força contra a criminalidade no ambiente digital, as Polícias Civis de Goiás (PCGO) e Rondônia (PCRO) deflagraram, na manhã desta sexta-feira (27), a Operação “Fake Buddy”. A ação resultou na prisão de um homem suspeito de operar um sofisticado esquema de crimes sexuais contra crianças e adolescentes através da internet.
O alvo foi localizado e detido no município de Rolim de Moura (RO). A captura foi fruto de um esforço coordenado entre a Delegacia de Paraúna (GO) e equipes da delegacia local rondoniense, com apoio da 2ª DRACO.
O "Amigo Falso" e o Modus Operandi
As investigações revelaram um método cruel de aproximação. O suspeito utilizava o anonimato da rede para criar perfis falsos, passando-se por uma criança para ganhar a confiança das vítimas.
Uma vez estabelecido o contato, o criminoso escalava para:
Extorsão e Ameaças: Após obter as primeiras interações, ele coagia os menores a enviarem imagens de cunho sexual.
Pornografia Infantojuvenil: No momento da abordagem, os agentes encontraram um vasto acervo de material ilícito no celular do investigado.
Flagrante: Devido ao conteúdo encontrado no dispositivo móvel durante a diligência, o homem recebeu voz de prisão em flagrante, além do cumprimento do mandado judicial já expedido.
Tecnologia contra o Crime
A operação evidenciou que o "esconderijo digital" é cada vez menos seguro para criminosos. O trabalho contou com o suporte tecnológico do CIBERLAB (Laboratório de Operações Cibernéticas) do Ministério da Justiça, que permitiu o rastreamento e a identificação do suspeito através das fronteiras estaduais.
Próximos Passos
Todo o material apreendido — incluindo smartphones e computadores — será submetido a uma perícia minuciosa. O objetivo agora é:
Identificar novas vítimas que possam ter sido silenciadas pelo medo.
Mapear possíveis comparsas ou outros integrantes da rede criminosa.
A polícia reforça a importância de que pais e responsáveis monitorem a atividade digital de menores e denunciem perfis suspeitos às autoridades competentes.
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