ACTV realiza campanha e pede doação de cestas básicas para famílias, em...
Publicado em 19/03/2026 10:06 hrs
Fonte: uol - Em UTILIDADE PÚBLICA - 18/03/2026 07:37:00
A alta do diesel nas últimas semanas levou caminhoneiros e entidades do setor a defenderem uma nova paralisação nacional, com a possibilidade de o movimento começar ainda nesta semana.
O que aconteceu
Diesel subiu 18,86% desde o fim de fevereiro. A alta é associada ao impacto da guerra entre Estados Unidos, Israel e Irã no mercado global de petróleo.
Articulação por greve ganhou força, mas ainda não há data oficial. Até agora, pedidos de paralisação eram descritos como esparsos e sem clareza sobre o nível de adesão.
Abrava e Sindicam aparecem como principais defensores do movimento. A Abrava é liderada por Wallace Landim, conhecido como Chorão, e o Sindicam é o sindicato dos caminhoneiros de Santos.
Assembleia em Santos aprovou a possibilidade de greve, diz Landim. Ele afirmou que representantes de associações de caminhoneiros de estados como São Paulo, Paraná e Goiás deram aval. "Provavelmente vai ser nesta semana", disse.
Lideranças orientam motoristas a parar sem bloquear rodovias. A recomendação é ficar em casa ou estacionado em postos, para evitar multas.
Por que o tema voltou ao debate
Lideranças afirmam que o custo do combustível ameaça a renda do caminhoneiro. "Soltaram a bomba lá e soltaram as bombas aqui. Com os altos custos do combustível, a conta não fecha", afirmou Landim.
Movimento tenta se diferenciar de tentativas recentes com viés político. Representantes dizem que, desta vez, a mobilização tem foco no custo do transporte, retomando a motivação econômica que marcou a greve de 2018.
Planalto diz que monitora e admite risco de paralisação. O governo anunciou isenção de impostos e subsídios na semana passada, mas a Petrobras elevou o diesel na refinaria em 11,6% logo depois.
ANP abriu fiscalização para apurar preços abusivos em postos. A operação ocorre em nove estados e no Distrito Federal.
CNTTL apoia a paralisação e lista reivindicações. O diretor Carlos Alberto Litti Dahmer pediu o fim de fretes abaixo do piso e punição para empresas que descumprem a lei, além de defender a volta da Petrobras à distribuição.
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