Polícia Militar Ambiental resgata macaco-aranha em situação de maus-tratos...
Publicado em 20/04/2026 10:18 hrs
Fonte: G1 RO - Em POLÍCIA - 07/04/2016 21:41:44
O Ministério Público de Rondônia (MP-RO) e a Polícia Civil estão cumprindo sete mandados de prisão expedido pelo Tribunal de Justiça do estado (TJ-RO) contra ex-deputados condenados pela Operação Dominó, na manhã desta quinta-feira (7). Os mandados estão sendo cumpridos nas cidades de Porto Velho,Vilhena, Jaru, Pimenta Bueno, Cacoal e Rio de Janeiro.
Os acusados foram condenados pela operação Dominó, deflagrada em 2006 para investigar desvio de dinheiro na Assembleia Legislativa de Rondônia (ALE-RO).
Já foram confirmadas as prisões dos ex-deputados João Batista dos Santos, João Gerólomo de Mendonça, Ronilton Rodrigues Reis e Daniel Neri de Oliveira, segundo o MP. Em fevereiro de 2016, o ex-presidente da O Tribunal de Justiça de Rondônia (TJ-RO) expediu mandado de prisão contra o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado (ALE), Carlão de Oliveira. Ele comandava o esquema de corrupção.
Também foram expedidos mandados de prisão contra os ex-deputados Amarildo Almeida, José Carlos de Oliveira e Moisés José Ribeiro de Oliveira, mas o órgão não conseguiu a localização dos acusados.
Os sete mandados devem acarretar na prisão dos ex-deputados Marcos Antônio Donadon, João Batista dos Santos, João Ricardo Gerólomo de Mendonça, Haroldo Franklin de Carvalho A. dos Santos, Ronilton Rodrigues Reis, Daniel Neri de Oliveira e Ellen Ruth Cantanhede Salles Rosa. Todos foram condenados pelos crimes de peculato, quadrilha, corrupção passiva e concussão. Em alguns casos, as penas chegam a dezessete anos de reclusão.
O único preso em Porto Velho foi Ronilton Rodrigues Reis, conhecido como Rodrigo Capixaba.
Operação Dominó
A operação Dominó foi deflagrada em 2006 para investigar desvios na Assembleia Legislativa de Rondônia e culminou na prisão de 20 pessoas ligadas aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário.
Estima-se que R$ 70 milhões foram desviados em contratos fraudulentos. Os acusados foram julgados em 2008, mas recorreram do processo, adiando a execução provisória condenatória expedida pelo TJ-RO. Um dos argumentos utilizados pelos acusados era de que o Tribunal de RO não tinha competência para julgá-los.
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